Hoje foi o último dia de faculdade!!
Se eu tivesse ficado indiferente ao desejo de voltar a estudar, não teria chegado onde cheguei! *-*
Não foi nada fácil. Tive que me moldar a uma rotina diferente, deixar algumas coisas pra depois, passar por cima de outras... Enfim, quem quer faz acontecer!
Nem acredito, porque esse último semestre foi pra mim muito difícil... Tive um problema de saúde, uma espécie de "estafa mental". Só eu e Deus sabemos o quanto foi sofrido os últimos 4 meses. Tive que travar uma luta comigo mesma para conseguir chegar ao fim. Uma parte de mim, a humana, estava fraca, entregue ao desânimo e sofrendo dores. A outra, a espiritual, ainda conseguiu agarrar firme nas mãos de Deus e empurrava o meu corpo como uma formiguinha que carrega uma folha por dia.
Mas quem disse que seria fácil?
Como eu acredito em Deus, foi Nele que eu me sustentei. Nas horas de muita aflição era a Ele que eu me recorria. Pois, em Deus, eu encontrei a força que precisava para vencer!
Cheguei ao final!
Nem acredito...
Terei que refazer minha rotina. Retomar o que ficou pra depois e resgatar o que foi esquecido. Me vejo um pouco perdida, sem saber por onde recomeçar... Normal! Já desliguei o despertador. Aleluia! Vou poder aproveitar mais a minha cama. O inverno acabou de começar!!
Uma sensação estranha paira no ar: me permito a liberdade de expandir a minha atenção e ao mesmo tempo parece que procuro meu caderno. Não preciso mais. Caderno agora só para os meus textos livres, minhas ideias, meus planos futuros, meu diário, minhas orações. Agora posso relaxar e aproveitar as horas que estudava para me reencontrar: tomar banho de sol pela manhã; fazer suco de fruta fresca; refazer os vasos de plantas; ir à feira...
Recomeçar!!
E pra quem pensa em voltar aos estudos, vá!!
Vale o sacrifício!
Vale cada letra lida, refletida e aprendida.
Vale a experiência, vale a ousadia, vale o desafio!
Não importa se vai ou não seguir uma carreira. O importante é o que e o como se aprende. Enriquecer o cérebro, a mente, a vida e a alma não tem preço!
Dona de Casa sim e formada, muito prazer!
Sempre Simples
"A simplicidade é o último grau de sofisticação." Leonardo da Vinci.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Nós falhamos sim!
Imagina?!! É claro que falhamos!!
Mas graças a Deus temos a oportunidade de recomeçar tudo de novo do jeito certo!
Nada de parar no tempo sucumbindo na tristeza de ter falhado...
Vamos lá, tentar de novo e de novo e de novo.
Há muita coisa que fazemos certo na vida. Vamos certificá-las e dançar na chuva...
Aproveitar as oportunidades é o que importa!
Bora lá, ser feliz!!
Mas graças a Deus temos a oportunidade de recomeçar tudo de novo do jeito certo!
Nada de parar no tempo sucumbindo na tristeza de ter falhado...
Vamos lá, tentar de novo e de novo e de novo.
Há muita coisa que fazemos certo na vida. Vamos certificá-las e dançar na chuva...
Aproveitar as oportunidades é o que importa!
Bora lá, ser feliz!!
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Meu Lar
É sempre muito emocionante escrever ou falar de Família porque nasce do coração. Os namorados são ligados pelo coração. Marido e mulher são unidos pelo coração. Os filhos são gerados antes, no coração. E Família é toda coração. Por isso que emociona tanto pensar, escrever ou falar de Família!
Não há lugar melhor no mundo. Um lar, uma Família é, e sempre será, o melhor lugar onde se pode estar! Mesmo com as picuinhas que as vezes surgem, mas que logo passam...
No seio da Família se encontra, amparo, consolo, alegria, ajuda, paz, fé, perdão, incentivo, colo, coração.
Minha vida, minha Família! Meu maior tesouro!
Não há lugar melhor no mundo. Um lar, uma Família é, e sempre será, o melhor lugar onde se pode estar! Mesmo com as picuinhas que as vezes surgem, mas que logo passam...
No seio da Família se encontra, amparo, consolo, alegria, ajuda, paz, fé, perdão, incentivo, colo, coração.
Minha vida, minha Família! Meu maior tesouro!
terça-feira, 24 de junho de 2014
Nova função social da mulher
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| Imagem do site Mundo Mulheres |
Com certeza a mulher não foi feita para ser humilhada, maltratada e nem desconsiderada por uma sociedade machista. Longe disso... Mas também acredito que a mulher não foi criada para carregar nas costas toda a sobrecarga que a sociedade moderna tem lhe imputado.
Será mesmo que a mulher achava que suas tarefas do lar eram poucas e que lhe sobrava um tempo ocioso? Que tempo era esse? Oito horas diárias, que poderiam muito bem servir para ocupar uma outra função?
Ah, não creio que tenha sido desse modo... Um lar e uma família para ser bem cuidados requer tempo e dedicação. Talvez o tempo ocioso, que nem era assim tão ocioso, mas que servia para tricotar, fazer crochê, bordar, visitar crianças nos orfanatos, frequentar o clube de mães da igreja, ir à reuniões de pais na escola dos filhos, entre outras coisas, que ao longo do tempo foram se perdendo, não eram com certeza oito horas por dia.
O que aconteceu com essa sociedade, a qual o homem (não generalizando) não consegue mais suprir sozinho as necessidades de uma casa, de uma família?
Muitas mulheres têm precisado sair de casa para ajudar a prover o sustento do lar. Errado? Não. Hoje, o que tem sido estranho é uma mulher intitular-se como "do lar". Termo ultrapassado e de conotação humilhante para a mulher moderna. Não é errado que uma mulher se case e precise trabalhar fora. Muitas até conseguem arcar com tudo muito bem. Até porque o homem também se vê pressionado a colaborar com o que antes era apenas obrigação feminina: os cuidados da casa. Ela ajuda na condição financeira da família e ele ajuda na manutenção e organização da casa. Então, tudo bem?
Não é simples assim... O corpo e a mente humana sofrem as pressões diárias e reclamam de cansaço. Se homem e mulher trabalharam fora e os dois têm que cuidar dos afazeres de casa, alguém pode se dar ao direito de se sentir cansado?
Há mulheres que não gostam de serviços domésticos e preferem trabalhar fora e pagar uma ajudante para cuidar de sua casa. Uma espécie de troca de posto. Muito bem, nada errado nisso também. Ninguém é obrigado(a) a gostar disso ou daquilo. Mas será que antigamente todas as mulheres gostavam de ser donas de casa? Não, elas aprendiam ser donas de casa.
Antigamente as meninas, desde muito cedo, iam sendo inseridas na rotina doméstica e acabavam por praticar as tarefas, acostumando-se. E quando se tornavam jovens estavam aptas a se casar e tomar conta de uma casa. Era um processo quase que natural. Mas hoje as jovens são orientadas a estudar, fazer cursos extras, academia, etc... Não lhes sobra tempo para ficar em casa, por isso não se "acostumam" com os afazeres domésticos. Além de não verem suas mães em casa exercendo essas tarefas. Não recebem mais o estímulo e o exemplo das meninas de outrora.
Os depoimentos de mulheres que conseguem conduzir muito bem suas vidas nos moldes da sociedade moderna é muito importante para dar sequência a essa reflexão. Como conseguem? O que fazem? O que deixam de fazer? Vale a pena, então, assumir a nova função social da mulher na sociedade?
domingo, 22 de junho de 2014
O Facebook vicia?
Vicia sim. Se não for usado com cautela se torna um vício que é muito difícil de corrigir.
Não raramente pessoas se desfazem de seus perfis argumentando que há muita exposição, vicia, rola muita inveja, muita curiosidade, muita falsidade nessa rede de relacionamentos. Mas tão logo, criam outro perfil prometendo restringir o número de amigos e ou adicionar apenas pessoas da sua família.
Esta rede de relacionamentos, hoje, faz parte da vida das pessoas. Nela é possível estar em contato permanente com vários seguimentos de notícias, inclusive fofocas... Há quem se interessa!
Sair fora é uma atitude muito radical. Moderação seria a postura mais assertiva.
Como ser moderado(a) quanto ao uso do Facebook?
-Propor-se um horário fixo para uso. Não usar fora o combinado nem que isso lhe doa. Cortar um vício dói sim!
-A que lhe interessa acessar o perfil? Faça listas de interesses: família, amigos diversos (igreja, faculdade, trabalho), páginas, enfim, se organize na rede. Assim, quando acessar, você não fica rolando infinitamente a página sem rumo e sem razão. Vai direto no que interessa e pronto.
-Crie ou entre num grupo. Se você tem algumas pessoas com quem gosta de trocar figurinhas, o grupo é a melhor saída. De preferência que seja "secreto". Ninguém precisa ver o que vocês conversam.
-Procurar não postar o que está fazendo ou o que vai fazer. Até o que já fez!! Mesmo depois de feito, realizado, se for exposto pode lhe causar transtornos. Compartilhe recadinhos "inocentes", felicite aos aniversariantes, noivos, a chegada do bebê... Ser atencioso(a), já que tem um perfil. Não é legal também, fingir que não leu, não viu.
-Organize suas fotos em álbuns e selecione o público. Não precisa deixar de postar fotos, mas faça restrições. Deixe aberto por certo período e depois você tem a opção de fechar para "somente eu" e ele não fica mais visível ao público. Serve como um arquivo pessoal.
-Não se esqueça de "excluir conversa" das Mensagens periodicamente. Não é bom ficar guardando coisa velha, ainda mais conversa...
Enfim, ser um usuário/uma usuária e não ser usado/usada pelo site de relacionamento.
Uso consciente e moderado sempre!
Não raramente pessoas se desfazem de seus perfis argumentando que há muita exposição, vicia, rola muita inveja, muita curiosidade, muita falsidade nessa rede de relacionamentos. Mas tão logo, criam outro perfil prometendo restringir o número de amigos e ou adicionar apenas pessoas da sua família.
Esta rede de relacionamentos, hoje, faz parte da vida das pessoas. Nela é possível estar em contato permanente com vários seguimentos de notícias, inclusive fofocas... Há quem se interessa!
Sair fora é uma atitude muito radical. Moderação seria a postura mais assertiva.
Como ser moderado(a) quanto ao uso do Facebook?
-Propor-se um horário fixo para uso. Não usar fora o combinado nem que isso lhe doa. Cortar um vício dói sim!
-A que lhe interessa acessar o perfil? Faça listas de interesses: família, amigos diversos (igreja, faculdade, trabalho), páginas, enfim, se organize na rede. Assim, quando acessar, você não fica rolando infinitamente a página sem rumo e sem razão. Vai direto no que interessa e pronto.
-Crie ou entre num grupo. Se você tem algumas pessoas com quem gosta de trocar figurinhas, o grupo é a melhor saída. De preferência que seja "secreto". Ninguém precisa ver o que vocês conversam.
-Procurar não postar o que está fazendo ou o que vai fazer. Até o que já fez!! Mesmo depois de feito, realizado, se for exposto pode lhe causar transtornos. Compartilhe recadinhos "inocentes", felicite aos aniversariantes, noivos, a chegada do bebê... Ser atencioso(a), já que tem um perfil. Não é legal também, fingir que não leu, não viu.
-Organize suas fotos em álbuns e selecione o público. Não precisa deixar de postar fotos, mas faça restrições. Deixe aberto por certo período e depois você tem a opção de fechar para "somente eu" e ele não fica mais visível ao público. Serve como um arquivo pessoal.
-Não se esqueça de "excluir conversa" das Mensagens periodicamente. Não é bom ficar guardando coisa velha, ainda mais conversa...
Enfim, ser um usuário/uma usuária e não ser usado/usada pelo site de relacionamento.
Uso consciente e moderado sempre!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Ser você mesmo
Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que está tentando fazer você ser como todos os outros.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Filhos adultos
Louvado seja Deus por pais que são abençoados na vida, por acompanharem a vida dos seus filhos e vê-los crescer, se tornar adultos. Sim, abençoada é a família que consegue manter-se unida e repleta de amor entre pais e filhos por anos e anos vividos.
A tendência dos pais é achar que seus filhos são eternas crianças e aceitar que eles cresceram, às vezes, custa um pouco. Mas eles crescem e vão tomando às rédeas de suas vidas.
Talvez a superproteção dos pais para com os filhos torna essa aceitação mais complicada. Pais se esquecem que um dia também cresceram e foram fazendo suas escolhas, embora tão novos... Assim pensam hoje em relação aos seus filhos, mas não pensavam em relação a si próprios.
A maneira mais fácil de ir cortando o cordão umbilical dos filhos é tomar suas próprias vidas como exemplo. Assim como os pais, os filhos querem e precisam estabelecer-se na vida. Uma escolha profissional, o casamento, constituir sua própria família. A vida segue o seu percurso.
Nessa fase os pais costumam sentir que sua missão está prestes a ser cumprida. Isso gera uma certa abnegação com relação as responsabilidade que tinha sobre a vida dos filhos. Natural que seja assim. Não seria comum que os filhos dependessem dos pais pro resto de suas vidas, exceto em casos especiais.
Ver os filhos saindo aos poucos e se autoafirmando na vida deve ser motivo de orgulho para os pais. Orgulho de tê-los criados para seguirem em frente com seus erros e acertos, conquistando seus sonhos e objetivos individuais ou coletivos.
Então, o que fazer com a lacuna que começa a surgir no apego dos pais em relação aos filhos?
Voltar a centrar sua atenção em si próprios. Por tantos anos a prioridade em suas vidas fora a vida dos filhos. Certos de que fizeram o de melhor por eles, é hora então de voltar-se para si, retomar sua vida, sutilmente interrompida em função de sua prole. Os passeios que não puderam realizar, os cursos que gostariam de ter estudado, a reforma na casa ou quem sabe até uma mudança, aquele trabalho voluntário, um toque de beleza, aquela atividade física adiada, as visitas que nunca mais fizeram, o namoro que deixaram de lado... É só se permitir olhar ao redor. O que não se via antes através das lentes focadas nos filhos agora se vê no desfoque.
Ignorar os medos que possam surgir, pois são puramente a insegurança da nova fase que chega. Libertar os filhos e se libertar também. Tanto para uns quanto para outros a sensação é a mesma de viver o novo. Aproveitar essa fase, porque a fase de ser avô e avó, ah isso é conversa pra outra hora...
Indico uma leitura muito leve, dinâmica e bem humorada sobre o assunto. Tenho certeza que irão gostar:
"Antes que eles cresçam"
Affonso Romano de Sant'Anna
http://www.cozinhandocomjosy.com/2013/09/antes-que-eles-crescam.html
A tendência dos pais é achar que seus filhos são eternas crianças e aceitar que eles cresceram, às vezes, custa um pouco. Mas eles crescem e vão tomando às rédeas de suas vidas.
Talvez a superproteção dos pais para com os filhos torna essa aceitação mais complicada. Pais se esquecem que um dia também cresceram e foram fazendo suas escolhas, embora tão novos... Assim pensam hoje em relação aos seus filhos, mas não pensavam em relação a si próprios.
A maneira mais fácil de ir cortando o cordão umbilical dos filhos é tomar suas próprias vidas como exemplo. Assim como os pais, os filhos querem e precisam estabelecer-se na vida. Uma escolha profissional, o casamento, constituir sua própria família. A vida segue o seu percurso.
Nessa fase os pais costumam sentir que sua missão está prestes a ser cumprida. Isso gera uma certa abnegação com relação as responsabilidade que tinha sobre a vida dos filhos. Natural que seja assim. Não seria comum que os filhos dependessem dos pais pro resto de suas vidas, exceto em casos especiais.
Ver os filhos saindo aos poucos e se autoafirmando na vida deve ser motivo de orgulho para os pais. Orgulho de tê-los criados para seguirem em frente com seus erros e acertos, conquistando seus sonhos e objetivos individuais ou coletivos.
Então, o que fazer com a lacuna que começa a surgir no apego dos pais em relação aos filhos?
Voltar a centrar sua atenção em si próprios. Por tantos anos a prioridade em suas vidas fora a vida dos filhos. Certos de que fizeram o de melhor por eles, é hora então de voltar-se para si, retomar sua vida, sutilmente interrompida em função de sua prole. Os passeios que não puderam realizar, os cursos que gostariam de ter estudado, a reforma na casa ou quem sabe até uma mudança, aquele trabalho voluntário, um toque de beleza, aquela atividade física adiada, as visitas que nunca mais fizeram, o namoro que deixaram de lado... É só se permitir olhar ao redor. O que não se via antes através das lentes focadas nos filhos agora se vê no desfoque.
Ignorar os medos que possam surgir, pois são puramente a insegurança da nova fase que chega. Libertar os filhos e se libertar também. Tanto para uns quanto para outros a sensação é a mesma de viver o novo. Aproveitar essa fase, porque a fase de ser avô e avó, ah isso é conversa pra outra hora...
Indico uma leitura muito leve, dinâmica e bem humorada sobre o assunto. Tenho certeza que irão gostar:
"Antes que eles cresçam"
Affonso Romano de Sant'Anna
http://www.cozinhandocomjosy.com/2013/09/antes-que-eles-crescam.html
domingo, 15 de junho de 2014
Nosso lugar
O festejado escritor italiano G. Papini conta a história daquele homem que não era feliz porque achava que ali onde morava não era o seu lugar. Resolveu, um dia, sair pelo mundo à procura do lugar onde pudesse ser feliz.
Fechou a casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da Terra, sem descansar, até encontrar o recanto de sua felicidade.
Onde chegava, reunia um pequeno grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria ouro em abundância. Mas o povo lamentava e não o seguia.
No dia seguinte, novamente se dava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e mais cidades, anos a fio.
Contudo, percebeu, um dia, estar envelhecendo, sem ter encontrado a terra da felicidade.
Seus cabelos tingiram-se de branco, suas mãos enrilhadas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaço. Além disso, estava cansado de, tão inutilmente, procurar a felicidade.
Enfim, certo dia, parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo salas e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. Era uma casa abandonada.
E, de pronto, pensou que, naquela morada desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas, vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... e cantaria, enquanto vivesse, a canção da felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
Interessante é o que o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta da casa e entrou. Mas de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela era a sua própria casa, que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade. Compreendera, então, o andarilho que dera a volta ao mundo em busca da felicidade e ela se encontrava dentro de sua própria casa, apesar de ele não ter percebido.
Não nos esqueçamos do princípio ético: "Melior pars possidentis", a melhor parte é aquela que possuímos.
Dom Fernando Iório Rodrigues
Pequenas Histórias, Grandes Lições
Paulinas Editora (p 78)

Não raramente nos esquecemos de valorizar aquilo que possuímos. A rotina não nos deixa ver a beleza, e sim, insiste em nos apresentar os defeitos, as demoras, as insatisfações diante de tudo que temos e que com tanto sacrifício conquistamos. Devemos lutar contra esse mal ímpeto. Apesar de a rotina ser cansativa, estressante e repetitiva, devemos combater os maus hábitos. Fazer um exercício de parar em meio ao atropelo diário e olhar ao redor com olhos de gratidão. A gratidão é o primeiro passo para a felicidade.
Fechou a casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da Terra, sem descansar, até encontrar o recanto de sua felicidade.
Onde chegava, reunia um pequeno grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria ouro em abundância. Mas o povo lamentava e não o seguia.
No dia seguinte, novamente se dava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e mais cidades, anos a fio.
Contudo, percebeu, um dia, estar envelhecendo, sem ter encontrado a terra da felicidade.
Seus cabelos tingiram-se de branco, suas mãos enrilhadas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaço. Além disso, estava cansado de, tão inutilmente, procurar a felicidade.
Enfim, certo dia, parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo salas e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. Era uma casa abandonada.
E, de pronto, pensou que, naquela morada desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas, vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... e cantaria, enquanto vivesse, a canção da felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
Interessante é o que o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta da casa e entrou. Mas de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela era a sua própria casa, que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade. Compreendera, então, o andarilho que dera a volta ao mundo em busca da felicidade e ela se encontrava dentro de sua própria casa, apesar de ele não ter percebido.
Não nos esqueçamos do princípio ético: "Melior pars possidentis", a melhor parte é aquela que possuímos.
Dom Fernando Iório Rodrigues
Pequenas Histórias, Grandes Lições
Paulinas Editora (p 78)
Não raramente nos esquecemos de valorizar aquilo que possuímos. A rotina não nos deixa ver a beleza, e sim, insiste em nos apresentar os defeitos, as demoras, as insatisfações diante de tudo que temos e que com tanto sacrifício conquistamos. Devemos lutar contra esse mal ímpeto. Apesar de a rotina ser cansativa, estressante e repetitiva, devemos combater os maus hábitos. Fazer um exercício de parar em meio ao atropelo diário e olhar ao redor com olhos de gratidão. A gratidão é o primeiro passo para a felicidade.
sábado, 14 de junho de 2014
Aguenta firme!!
O mau tempo não dura pra sempre.
Daqui a pouco a chuva passa, você vai ver.
Aguenta firme aí.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Cama e nada mais!!
Óh meu Deus, todos os dias quando acordo está uma ventania lá fora. Por que tenho eu que sair do meu edredom?
Quero fingir não ver motivos que me façam abandonar minha cama tão maravilhosa! Que saudade que eu estava dela... Foram três anos e meio precisando levantar da cama para ir à faculdade. Nunca vi problemas, até nesse último período. Esse foi mesmo uma prova de fogo. Levantar da cama foi um sacrifício tamanho, uma guerra contra minha vontade.
O amor pelos estudos não foi capaz de se sobrepor ao amor pela cama quentinha. Eu preferiria a esta. Não fosse a certeza de que seria o semestre final... Esse foi o meu consolo. Abrir os olhos todos os dias e pensar, só mais hoje, só mais hoje. Passados todos esses dias, minha "carta de alforria" estará assinada. Poderei então desfrutar da minha cama o tanto quanto quero. Hum, será?
Não posso me iludir. Há vida fora da cama. E vida convida, solicita, pede, reclama. Viver a vida e não viver a cama. Continuarei lutar contra minha vontade. Talvez de um modo menos impositivo de horário a ser cumprido. Poderei aproveitar um pouco mais, mas só um pouco mais.
Que o inverno passe; que a apatia passe; que a tristeza passe; que a lamúria passe. Que a vontade de só ficar na cama passe...
Por enquanto só quero "cama e nada mais"!
terça-feira, 10 de junho de 2014
Palavras mal interpretadas
Se soubéssemos quantas e quantas vezes
as nossas palavras são mal interpretadas,
haveria muito mais silêncio neste mundo.
Oscar Wilde
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Momento "dona de casa"
Como se eu não fosse dona de casa há mais de 27 anos!! De repente me vejo perdida com tantos afazeres... Por onde começar?
Acho que na situação que está, por qualquer lugar seria um bom começo. Mas não dá pra ser bem assim não. Uma casa tem prioridades como a vida da gente. Até para ser uma boa dona de casa existe uma lógica. Sim, por onde começar? É preciso lançar antes a pergunta para ir elencando as principais necessidades. O que é prioridade na sua casa e na casa de todo mundo? Pelo que tenho lido esses anos todos por aqui e ali e pela minha própria experiência é que a cozinha e o(s) banheiro(s) são as prioridades na limpeza e organização de uma casa. Concordo!
Particularmente, não gosto de nada dentro de sacolinhas. Me dá uma aflição ver sacolinhas espalhadas pela cozinha, sabe? Tudo que foi comprado e vem pra cozinha, está em sacolinhas e se não cuidamos, nas sacolinhas vão ficando sobre a mesa ou sobre o balcão. Não gosto mesmo! Sacolinhas são úteis para transportar coisas ou para encher de lixo. Por isso, chegou da padaria, já gosto de ir colocando as quitandas, os pães em vasilhas com tampa; frutas na cesta e tudo o mais vai sendo guardado nos seus lugares. Sacolinhas vão pro "puxa-saco" para serem utilizadas conforme a necessidade. Ah e bom é separar as pequenas das médias e grandes. Assim, quando você precisar irá pegar a mais adequada no momento, sem estresse e nem bagunça.
Cozinha limpa, a atenção se volta para o(s) banheiro(s). Um banheiro limpinho, cheirosinho é um convite ao bem estar não é? Outro lugar que se descuidamos, perdemos o controle é o banheiro. Lavar sempre a pia, limpar o espelho, descartar o lixo, esfregar o sanitário e o box, trocar toalhas e tapetes. Ufa!! Dá trabalho viu? Sem falar que sempre devemos repor o sabonete, a bucha, as escovas de dente, o papel higiênico... Tudo isso precisa ser feito com antecedência, para não deixar ninguém na mão. Ah eu gosto também de um vasinho com flor em cima da pia. Pode ser artificial que já dá uma graça ao ambiente. Também não esquecer do cheirinho no sanitário. Há vários produtos disponíveis em pedra, gel ou adesivo. Ajuda a manter o cheiro agradável por mais tempo.
Pronto, a prioridade das prioridades já está atendida. Chegou a vez de cuidar das roupas sujas. Dá até pra sair de casa com uma roupa sem passar, mas sem lavar, nunca! Portanto, o cesto de roupas deve ser sempre inspecionado. As roupas precisam ser lavadas com regularidade para não se tornar um problema. Lavar roupas também requer alguns cuidados. Elas precisam ser separadas por cores, por textura, por tipo de sujeira. Nunca misturar as brancas com as escuras para não acontecer de as escuras ficarem cheias de plumas. E então, cada dona de casa tem um jeitinho próprio de lavar e cuidar de suas roupas. São tantas as opções de máquinas de lavar!! E pra cada máquina, uma eficácia diferente. Há máquinas que já terminam o serviço deixando as roupas secas. Imagino que a maioria das donas de casa necessitam estender suas roupas num varal, aguardar a secagem e depois recolher tudo e dobrar. Ah, nunca deixar de dobrar as roupas assim que estiverem secas. Isso facilita na hora de passar e também ajuda não bagunçar o ambiente, e claro, mostra o capricho da pessoa.
Muito bem, não pense que por aqui tudo acontece assim, às mil maravilhas. Escrever é fácil, o difícil é fazer isso tudo que está escrito. Mas tudo bem, o primeiro passo é o planejamento. O segundo é ter saúde e disposição para cuidar de tudo com carinho e dedicação. Assim, vou retomando as rédeas perdidas de ser uma dona de casa.
Lembrete: nunca se esqueça de usar luvas!
domingo, 8 de junho de 2014
Exatamente isso.
Não se retém quase nada sem o auxílio das palavras,
e as palavras quase nunca bastam para transmitir
precisamente o que se sente.
Diderot
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Saudade de casa
Quando criei o Blog, estava no auge dos meus estudos acadêmicos e super empolgada com todo o conhecimento recém adquirido. Minha formatura se aproxima. Sim, me tornarei Pedagoga dentro de exatos 2 meses!! Glória a Deus!!
Estou prestes a recomeçar uma nova etapa de vida. Por isso, retomei o Blog!! :) Pretendo reanimá-lo... Mas com uma nova proposta. Vou dar um tempo nos estudos. Valeu a experiência!! Foi maravilhosa!! Sentirei saudade, porque foi muito bom!! Mas tem uma área da minha vida que quero retomar integralmente: o ser Mãe, Esposa e Dona de Casa. O tempo que me dediquei aos estudos foram muito bem aproveitados, fiz o que tinha que fazer, com compromisso e dedicação total. Fiz bem feito!! Não me arrependo. Apenas agradeço. Agradeço primeiramente a Deus que me sustentou e me sustenta e depois à minha Família que tanto me apoiou e esperou. Sim!! Foram quase 5 anos "longe de casa"... Estou de volta ao Lar, à minha Família, meu maior tesouro, minha razão de existir! Saudade de casa!!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL 2011
O primeiro Natal do Blog APRENDENDO-HISTORIANDO
E então, nasceu para nós um SALVADOR e é JESUS!
E então, nasceu para nós um SALVADOR e é JESUS!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O CAMINHO DO MERO SUCESSO PROFISSIONAL
CAMINHOS DE EXISTÊNCIA
29. O CAMINHO DO MERO SUCESSO PROFISSIONAL
A prioridade na vida decide sobre o caminho existencial. O executivo põe a profissão o centro. Em torno dela giram a família, o sucesso, o dinheiro, a glória, o poder. Vocação e profissão se separam. O profissional busca competência, eficiência, produtividade. Anseia por reconhecimento social. Sem ele, sente-se um “zero à esquerda”. Na cultura atual do trabalho, o profissional cresce em importância. Cumpre função socialmente etiquetada. A profissão humaniza-o, realiza-o.
Exige-lhe habilidades. Entra numa roda-viva de estudos e títulos para adquirir sempre maior credibilidade diante da sociedade e assim obter êxito e remuneração. Não para de fazer cursos de especialização, de extensão. De credenciamento. Não suporta fracasso. A velhice, a doença, a aposentadoria batem quais tristes anúncios do fim.
Na idade produtiva, o profissional investe tempo, energia, dinheiro no próprio aperfeiçoamento. Caminho marcado por muitos percalços: falta de estabilidade no emprego, desemprego, necessidade crescente de especialização.
A via do profissional não se pergunta nem se interessa pelo lado vocacional da existência. Satisfaz-se unicamente com a realização competente na profissão. Não frequenta o mundo da gratuidade, da motivação, próprio da vocação. Tem a sedução do êxito nos anos verdes. Não pensa na possibilidade de situações adversas em que a vocação traria luzes e consolo. Não, prefere empenhar-se exclusivamente pela estrada do sucesso, do dinheiro, da realização socialmente reconhecida. Ostenta títulos, o nome da firma em que trabalha. Carece da dimensão altruísta e de entrega própria da vocação. Não conhece gratuidade, generosidade, serviço aos outros. Caminho desgastante e, a longo prazo, frustrante.
Referência:
LIBANIO J. B., sj. O Domingo: Seminário Litúrgico-Catequético. Ano LXXIX. Remessa XVI. São Paulo: Paulus. 18-12-2011.
Tenho sempre o costume de ler as duas últimas colunas do folheto da Missa: O Domingo. Aliás, ler é comigo mesmo! Achei esse texto muito interessante e resolvi digitá-lo e publicar aqui.
O que não falta em nosso meio, são pessoas que ignoram a vocação, por pressão social. Inúmeras vezes ouvi testemunhos de amiga(o)s estudantes, a respeito do curso de Pedagogia. O preconceito que gira em torno desta formação, aqui no Brasil, é muito grande. Mas, por quê? A ideia primeira que remete à Pedagogia é ser Professor(a). E ser Professor(a) no Brasil, ainda é sinônimo de luta, desvalorização profissional, baixa remuneração, etc. Ser Professor(a) neste país, não é status reconhecido. Reconhecido é o status de Engenheiro(a), Médico(a), Juiz(a). Como se para ser um(a) profissional deste(a), não fosse preciso à atuação do(a) Professor(a).
Por vez ou outra, me deparo com Professores(as) que se orgulham de sua profissão. São profissionais que revestidos(as) de orgulho dizem: “Eu sou Professor(a)!” É disso que precisamos. Precisamos mostrar que a vocação, a respeito do que escreveu padre Libanio, deve nortear a vida profissional e não o contrário. Porque depois que passar a fase produtiva, o que restará é a alegria de ter passado pela vida fazendo bem, a que se propôs. É olhar para trás e perceber que o que foi feito, foi por amor à profissão e ao ser humano e não puramente plantar uma estabilidade remuneratória. Adiar uma vocação é perceber tarde demais, que poderia dar certo! E que ter passado a vida cultivando uma ilusória trajetória profissional, foi cumprir simplesmente um roteiro sem bagagem.
Ser Professor(a) é nadar contra a maré. É persistir e assumir sua postura de Mestre(a) e Educador(a), numa sociedade que tanto necessita dos teus favores.
Qual é a sua vocação?
Marilí
18/12/2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A VIDA EM UM DIA
Eu estava como de costume a fazer o login de uma página Google, quando uma sugestão me chamou a atenção:
"Assista A Vida Em Um Dia, a história de um simples dia na Terra. Agora no YouTube"
Então acessei o link e me deparei com um vídeo de nada mais, nada menos, do que marcador de tempo do vídeo constando 1h34m56s. Uau!!! Depois me perguntam o que faço tanto na internet?... kkkkk Resposta: EU ESTUDO, mas também me divirto, faço lindas amizades, às quais me prestigiam nesse espaço... muito grata!
Este vídeo é de longa duração, isto é, para quem está usando a internet por motivos profissionais, por exemplo. Mas para quem a utiliza para estudos, dá para assistir; nem que seja por partes.
Estou assistindo. E neste exato momento, pausei, para vir aqui publicá-lo. Estarei publicando, pois tão logo percebi a intenção do trabalho, associei inteiramente aos estudos da Pedagogia! Como o vídeo é uma coletânea de gravações em diversos lugares do planeta, se trata da realidade, da cultura, de diversos povos, que é de abordagem da disciplina de Antropologia. Estou adorando e quero dividir com você leitor(a)!!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Contando histórias aos filhos
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| Imagem do Google |
A partir da novela “A Vida da Gente”, quero fazer um paralelo entre o modo de educar de duas famílias distintas, porém, num mesmo contexto. A abordagem está arquivada no vídeo a seguir.
A cena retrata o cotidiano não muito distante da vida real, tudo a ver com o nome da novela... É realmente “A Vida da Gente”! A diferença é que nos encaixamos em uma ou outra situação. Tente descobrir a sua, enquanto, pais ou mesmo filhos.
Nem sou muito ligada em novelas. Não tenho muita paciência, ou não consigo achar interessante. Mas a atual “novela das seis” tem me chamado atenção... São várias situações passíveis de reflexão. É bom assisti-la, com uma companhia, para que haja a partilha da mensagem que nos está sendo enviada. Nessa cena específica, ficou registrado que há pais que têm filhos e pais que se doam aos filhos.
Os pais que têm filhos estão sempre preocupados com que não lhes falte “nada”. Na condição dos pais de Thiago, o filho tem babá para suprir suas necessidades e até as mais essenciais, aquelas advindas dos próprios pais. Essas são terceirizadas. Nessa família é clara a relação de interesses próprios. Nada há em comum entre pais e filhos. Não se pratica a interação e muito menos a empatia de uns para com os outros. A tendência é que filhos desse tipo de pais cresçam inseguros, carentes e renegados, apesar de aparentemente se mostrarem bem-resolvidos quando adultos. Salvo algumas exceções que abrangem os estudos da psicologia ou nem ela mesma explique.
No outro caso, especificamente, são os pais que se doam à filha. A Júlia é privilegiada com o tratamento a ela dispensada pelos pais. Uma família tranquila, unida e que prioriza o amor, a compreensão a abnegação na educação dos filhos. Este é um ambiente familiar propício para o desenvolvimento saudável de uma criança e futuramente um adulto equilibrado.
Os filhos desejam encontrar nos pais o que eles deveriam representar de fato, um porto seguro; àqueles em quem os herdeiros não herdam apenas os bens materiais, mas principalmente a moral, os princípios, os bons costumes e a afetividade. Esta, responsável pelo elo familiar, tão desgastado atualmente. Os filhos necessitam se sentir queridos, desejados e amados em todos os momentos da vida. Além de receber também normas educativas, é claro. O "não" na educação é necessário para que os filhos entendam que na vida, haverão de ouvi-lo e terão que lidar com isso da melhor forma possível, pois, ao contrário, o sofrimento será insuportável. Cabe aos pais a tarefa de impor limites, porém de forma criativa e afetuosa.
Na trama, ficou claro, que os pais de Thiago apenas quiseram se livrar do filho que interrompia um momento do casal. A evidência disso foi marcada pelo fato de o menino não se dar por satisfeito e procurar então, a sua babá, que acaba criando um laço de carinho para com o garoto, desempenhando um dom próprio dos pais.
Já na cena que envolve a menina Júlia, chegamos a nos emocionar com tanto desprendimento dos pais, que ao notar a menina entremeio o casal, demonstram total carinho e atenção. E ainda conseguem o objetivo que era fazê-la dormir em seu próprio quarto, sem murmúrios, nem mentiras ou sob coação. Pelo contrário, pacificamente... contando-lhe uma história.
Marilí
24/11/2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Você separa o lixo?
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| Imagem Calendário Drogaria São Paulo 2011 |
Como você faz na hora de descartar o lixo doméstico?
Antes, eu achava difícil ter que separar papel de plástico, de vidros, de metais, etc; mas desde que a recomendação foi simplificada, eu comecei e não mais parei de separar.
Você sabia que já ajuda e muito separar o lixo seco do lixo orgânico? Sim! Geralmente a cozinha é o lugar da casa que gera mais lixo não é? Então, basta separar os resíduos alimentares de embalagens em geral.
O único cuidado que tenho é de tentar colocar para fora, o lixo seco, um dia antes, do caminhão coletor de lixo passar. Assim, os catadores de recicláveis poderão recolhê-los antes da coleta municipal.
Então, mãos a obra!! Não custa muito... Eu não hesito em acumular, por exemplo, embalagens de shampoos e cremes em geral. E quando tem uma quantidade razoável, aí sim, coloco para que os catadores recolham, um dia antes da coleta de lixo. Sempre vou lá conferir e fico muito feliz, quando vejo, que não estão mais ali, e nem espalhados ao redor. Fico com uma sensação muito boa de ter contribuído com o meio ambiente e ainda colaborar com os catadores de recicláveis!
Tente! Separe o lixo doméstico!
17/11/2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Somos Pais e Mães
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| Foto do Google |
Somos Pais e Mães, borbulhando de amor interno que sai pelos poros, ilumina o nosso olhar, “neutraliza” nosso olfato, adocica nossa fala e amplia incrivelmente nossa audição, capaz de ouvirmos, até enquanto dormimos, um gemido dos rebentos. Tudo isso não nos custa nada, absolutamente nada!!
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| Foto do Google |
Dia das Mães na escolinha... Trinta crianças e nossos olhos não conseguem se distrair; estão fixos a cada palavra, a cada gesto, a cada passo em direção ao abraço, preenchido com uma flor! Emoção inigualável e choro inevitável... Nesse momento começamos a nos dar conta de que somos Mães.
As febres, os tombos, os joelhos ralados, os barulhos das cabeçadas na parede ficam para sempre registrados nas nossas lembranças. Denotam culpa de nossa parte. Poderíamos ter evitado... Mas como? Ou os deixamos viver, ou os deixamos viver. É natural!
| Foto do Google |
Somos Pais e Mães, nos anulamos e nos realizamos neles. Somos convictos, que faríamos tudo de novo. Cedemos quase em tudo e filhos dizem que não deixamos nada. Sentem-se prisioneiros, enquanto, o que tentamos, é inconsequentemente poupá-los. Que o tempo passe para nós e não para eles. Já não mais os dominaremos, nem com leves chantagens... Terão sua história. Que não duvido, bem parecida com a nossa.
Marilí
14/11/2011
Poema: Mãe (Cora Coralina)
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
sábado, 5 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Padre Landell – Fé na Ciência
Com direção de Deraldo Goulart e produção de Lorena Maria, o documentário apresenta fatos curiosos da vida desse cientista brasileiro e mostra a herança que ele deixou para as ciências. O documentário tem a participação dos jornalistas Ethevaldo Siqueira e Heródoto Barbeiro, da jornalista e senadora Ana Amélia Lemos, do biógrafo Hamilton Almeida, do presidente do Memorial Landell de Moura, Ivan Dornelles, do radialista e ex-senador Sérgio Zambiasi e de dois grandes nomes da Comunicação no Brasil – Reynaldo Tavares e José Marques de Melo. A produção é uma parceria entre TV e Rádio Senado.
Especial “Padre Landell – Fé na Ciência” na TV Senado
Sábado, 05/11: 21h30 (estreia)
Domingo, 06/11: 15h30 (reprise)
Sábado, 12/11: 20h30 (reprise)
Especial “Padre Landell – Fé na Ciência” na Rádio Senado
Sexta, 04/11: 18h00 (estreia)
Sábado, 05/11: 10h00 (reprise)
Domingo, 06/11: 17h00 (reprise)
Com informações da Agência Senado
Deficiências
Deficiências da vida
Mário Quintana
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria,
e só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de
sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria,
e só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de
sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Carlos Drummond de Andrade
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| Imagem do Google |
O que os organizadores pretendem é que o "Dia D", dia do aniversário do poeta, seja um dia dedicado à obra dele. A partir deste ano, todo dia 31 de outubro, então, será "Dia D" e vai haver uma vasta programação sobre a obra de Drummond nas várias cidades: exposições com fotos e desenhos dele, filmes sobre o poeta Drummond e leitura de poemas. Na estátua de Drummond, em Copacabana, também deve aumentar o número de visitantes, apesar da chuva.
Drummond tinha até um verso sobre o aniversário, ele dizia o seguinte: ‘O tempo passa? Não passa. São mitos do calendário, tanto ontem, como agora. Teu aniversário é um nascer a toda hora”.
Bom dia Brasil - Edição 31/10/2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Campanha aborda luta contra o preconceito a psoríase
Lesões avermelhadas recobertas por escamas nos cotovelos, joelhos ou couro cabeludo podem ser os primeiros sintomas da psoríase. Ela é uma doença inflamatória crônica, que atinge principalmente a pele em regiões de maior atrito e as articulações. Neste sábado (29) é comemorado o Dia Mundial da Psoríase e aSociedade Brasileira de Dermatologia realiza campanhas de conscientização sobre a doença.
De acordo com o dermatologista José Joaquim Rodrigues, as causas da psoríase ainda são desconhecidas pelos especialistas, mas sabe-se que 30% dos casos envolvem fatores genéticos. “Não existem estimativas de quantos brasileiros possuem a doença, mas no mundo são aproximadamente 3% da população.”
Ele afirma que as lesões são causadas pela reprodução acelerada da pele. Ou seja, normalmente a pele se renova a cada 28 dias, mas para pessoas que tem psoríase acontece em 3 a 5 dias. “A pele fica imatura e surgem manchas vermelhas e escamações. Quando ferimos a pele, ela se renova e cicatriza de forma mais rápida. Na psoríase acontece a mesma coisa sem ter tido um machucado”, afirmou. As manchas são mais frequentes no verão do que no inverno e aparecem em qualquer idade, porém com mais frequência entre 20 e 30 anos e 50 e 60 anos.
Celina Lucas tem a doença há 30 anos e não tem problemas com preconceitos
A psoríase não é contagiosa e também não tem cura, mas existem tratamentos e o controle da doença para evitar as lesões, se houver o acompanhamento frequente. Segundo o médico, entre os fatores de pioras estão o álcool, fumo e o estresse emocional. “Ela expressa fisicamente na pele o fator emocional do indivíduo”, disse José Joaquim.
Sem preconceitos
A representante comercial Celina Lucas Costa lida com a psoríase há 30 anos. A doença foi detectada por um dermatologista quando surgiram manchas no cotovelo, lugar de maior incidência no corpo dela, além do couro cabeludo. Ela afirma que convive com a doença de forma tranquila. “Já sofri preconceito e às vezes algumas pessoas olham com nojo para o machucado. Quando sinto liberdade, explico que não é contagioso e não escondo que tenho a doença”, disse Celina, que faz questão de usar blusas cavadas e deixar os cotovelos expostos.
Celina Lucas é uma pessoa ansiosa e afirma que já fez vários tratamentos e gastou muito dinheiro com pomadas, remédios e até fez consultas com um médico alemão. Antes, quando um colega que tem a doença falava de algum tratamento que deu resultado, ela buscava também. “Hoje eu descobri que tenho que curar o emocional primeiro e depois a psoríase”, disse.
Tratamentos
A representante afirma que já testou tratamentos populares como mistura de folhas e cremes, mas nada adiantou. Atualmente passa uma pomada com o nome de “Vovô Pedro” que auxilia na hidratação da região afetada.
Segundo o dermatologista José Joaquim, sempre surgem novos medicamentos para controlar a doença de maneira aceitável e os tratamentos caseiros e de uso popular sem recomendação do dermatologista podem piorar a psoríase. Ele orienta que o melhor tratamento é conviver bem com a doença evitando o estresse e fazendo exercícios de relaxamento. Celina Lucas segue bem as dicas do especialista e afirma que sempre que viaja com a família as manchas somem.
Sobre a psoríase
O que é
Só o dermatologista está apto a diagnosticar a Psoríase, pois da mesma maneira que é o médico indicado para o tratamento de doenças ligadas a pele, é também a melhor pessoa para cuidar do seu embelezamento.
Sintomas
A doença se manifesta por lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas e, na maioria dos casos, aparecem em várias localizações
Tratamentos
Somente após o diagnóstico da doença, feito pelo dermatologista, é que poderá ser indicado o melhor tratamento. Dentre os métodos utilizados podemos destacar o uso de pomadas, xampus e, em casos mais graves, sessões de fototerapia.
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Recomendações
* Hidrate bem a pele, para evitar seu ressecamento excessivo;
* Exponha-se com cuidado e moderadamente ao sol;
* Evite a ingestão de bebidas alcoólicas;
* Procure não se desgastar emocionalmente,
* Não fuja de encontros sociais e de lazer por causa das lesões;
* Visite regularmente o dermatologista e siga à risca suas orientações.
Campanha aborda luta contra o preconceito a psoríase
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