A moda faz a cabeça das mulheres literalmente. Tão volátil, o estilo se renova a cada estação. Você já usou chapéu em alguma produção? Qual foi? Geralmente, utilizamos os chapéus em eventos country, clubes ou naquela caminhada pela manhã.
Que eu me lembre, nunca fui à uma profissional para modelar minhas sobrancelhas. Antigamente era muito comum nós mesmas tirarmos os "excessos" de pelos e alinharmos nossas sobrancelhas em casa sem técnica alguma.
Bem, os dias se passaram e minha sobrancelha foi raleando cada vez mais... Nunca gostei de sobrancelhas muito finas e por isso nunca tirei muito. Mesmo assim, me incomodou tanto o fato de estarem ralinhas que procurei uma dermatologista. Esta médica me questionou qual era o protetor solar que eu utilizava e, na época, era o da marca Avon. Ela, então, me disse que eu terminasse de usá-lo nos braços e me recomendou, como já citei aqui no Blog, o Minesol Sérum Antioxidante FPS 30. Não comprei o Minesol, e desde esta época utilizo o Spectraban, que adoro!
Perguntei a esta médica se havia como recuperar os pelinhos das minhas sobrancelhas e ela disse que, os que não foram arrancados, sim. E me prescreveu minoxidil a 5%. Mandei manipular e realmente funciona! Não é que dá aquela encorpada que a gente tanto deseja, mas nascem, sim, os pelos.
Segui a orientação dela de usar o protetor solar da Avon nos braços e para minha surpresa, comecei notar que os pelos do meu braço estavam caindo também! Bingo! Descobri o que fez minha sobrancelha ralear tanto! E o pior é que não foi só a sobrancelha que raleou não, os cabelinhos ao redor da testa, também andaram caindo, porque eu estendia bem o produto até cobrir a raiz dos cabelos. Que triste...
Por isso não usei outro protetor depois que comprei o Spectraban, pois, pelo menos, este não faz cair meus pelinhos, comprovado! Analise, se esse pode estar sendo também o seu caso. Noto que me dá uma coceira nos braços quando utilizo protetores solares. Atualmente tenho usado no corpo o da L'Oréal e ele também me dá coceira, mas não faz cair os pelinhos não.
Enfim, o minoxidil funciona viu! Mas para isso você terá de ir até um (a) dermatologista adquirir a receita. Não sei se é fácil conseguir diretamente nas farmácias de manipulação. Eu tenho e utilizo a mesma receita há anos! Mas, não faço o uso constante; uso um frasco e depois de algum tempo, quando noto que preciso encorpá-las novamente é que mando manipular mais fórmula. E ao usar procure não deixar o produto sair da linha de cobertura das sobrancelhas, porque irá nascer pelinhos onde ele agir.
Só mais uma coisinha, é a respeito do frasco, existe uma outra opção de embalagem que se parece com uma caneta para, justamente, uma aplicação mais precisa. Obviamente custa bem mais caro e eu optei por este frasco mesmo. Conto as gotinhas numa colherzinha descartável e vou esfregando o líquido nas sobrancelhas com o dedo. Deu certo!
Utilizarei em algumas postagens de "Fala Pedagoga" as minhas experiências profissionais como educadora. E a questão das mordidas foi uma experiência bem acentuada nesta trajetória.
Trabalhei com a faixa etária de dois anos, e entre esses havia uma criança com frequente histórico de mordidas que a acompanhava desde o ano anterior. Posso dizer que a tensão na salinha, desses pequenos, era cotidiana. Nós, educadoras, não podíamos dispersar os olhos desta criança por nada, porque, ao menor descuido, a mordida era certeira.
É uma situação constrangedora, pois enquanto educadoras precisamos registrar tudo e solicitar aos pais que assinem a chamada "ocorrência". Os pais da criança que mordeu ficam muito envergonhados e dizem não saber mais o que fazer... Em contrapartida os pais das crianças que foram mordidas ficam chateados com os ferimentos causados em seus filhos e com razão. Mas isso não é tudo! A criança mordida chora e precisa de atenção; a que mordeu precisa de ser corrigida e entender o que provocou; as demais crianças presenciam tudo e tendem a reproduzir. A sabedoria é muito necessária nessa hora!
O que pensar sobre isso, e mais ainda, o que fazer diante desta situação?
Eu ficava reparando o comportamento desta criança, que mordia tanto, em momentos diversos durante o turno de aula. Porém, a agitação rotineira não nos permite fazer uma análise, digamos, precisa. Mas, se tratava de uma criança aparentemente saudável, com uma família estruturada, uma mãe presente na escola e muito atenciosa.
O que eu fazia?
Procurava dar atenção e elogiar os bons atos. Percebi que esta criança adorava ajudar os coleguinhas, como, a calçar seus sapatos, e eu sempre a elogiava por isso. Notei que a cada elogio mais esta criança queria mostrar seu ato de bondade. Veja que não é uma criança que sabe apenas morder os coleguinhas!
Penso que os profissionais da educação precisam lutar contra os julgamentos dominados pelas emoções; é preciso enxergar além das aparências e situações de tensão. Jamais um (a) educador (a) deve estigmatizar qualquer criança por situações diversas e, muito menos, menosprezá-la ou rotulá-la. São crianças e estão explorando o mundo, tentando conhecê-lo e se encontrar nele.
Agora, para entender o "Por que as crianças mordem tanto?" trago um vídeo bem explicativo:
Para enfatizar um pouco mais a questão de que a criança aprende o que vivencia, conto um episódio que presenciei. Certa vez, no terminal de ônibus, enquanto eu esperava o ônibus para embarcar, prestei atenção numa cena... Havia uma mulher ao meu lado com um bebê no colo e outra moça que a acompanhava "brincando" com este bebê assim: a moça insultava a criança a bater em seu rosto e depois retribuía com uma palmada na mão do bebê. Fez isso várias vezes! Eu pensei... depois este bebê vem para os nossos cuidados nas escolas e chega lá batendo nos coleguinhas e ninguém entende o motivo desta "agressividade".
Papai, mamãe, vovô, vovó, madrinha, padrinho, titia, titio, como você tem se relacionado com seus filhos, netos, afilhados e sobrinhos? Atente se as "brincadeiras" não estão sendo incentivo para essas crianças reproduzirem com outras crianças de modo agressivo inconsciente, porque esses inocentes não têm ainda o devido entendimento. Lembrem-se, nós somos adultos e sabemos nos defender, o que não acontece de criança para criança.
Outra situação, é que a criança pode morder por achar que está fazendo um bem, por gostar tanto ela também morde. Nesse caso, as mordidas não se tornam frequentes porque ao ver a reação de choro do seu par, ela percebe que o que fez foi ruim.
Isso me faz lembrar de uma situação que aconteceu comigo. Sim, eu fui a autora da mordida! Foi a única vez que me lembro disso ter acontecido e eu era bem pequena mesmo. Marcou-me tanto que nunca mais esqueci. Foi assim... Eu estava brincando com uma criança bem mais nova e eu a achava a coisinha mais lindinha! E por achar assim, lancei-lhe uma mordida. Claro, ela chorou e fiquei toda apavorada. Ao chegar a mãe da outra criança e perguntar o que aconteceu, eu disse: "acho que uma formiguinha 'mordeu' ela". Own, será que convenci? (risos)
A próxima postagem será: "Estágio em Pedagogia", não perca!!
A escritora Cristine Cardoso traz em sua obra "Mulher V - Moderna à moda antiga" reflexões do livro de Provérbios 31. Fonte de referências para ser uma mulher de virtudes, as palavras de Provérbios são, comumente, deixadas de lado por nós mulheres que vivemos numa contemporaneidade exagerada e compulsiva. A proposta da autora é justamente resgatar a moda antiga para sermos mulheres modernas.
Inevitável, durante a leitura, avaliarmo-nos segundo os preceitos da Mulher V. E, não raramente, percebemos o quanto estamos deixando a desejar como uma mulher virtuosa, de acordo a Palavra de Deus.
A cada capítulo, Cristiane lança-nos uma autorreflexão em forma de perguntas às quais possamos nos conhecer melhor e até nos corrigir naquilo que estamos virtuosamente em falta. E ainda nos fornece uma página destinada às nossas anotações reflexivas tonando-se, assim, num livro interativo.
Além de meditar nos versículos de Provérbios, Cardoso também se utiliza da vida de várias mulheres da Bíblia como modelo de virtude para todas as leitoras se espelharem. E, claro, não deixamos de criticar que a época que essas mulheres viveram era outra... Contudo, a escritora nos convence de que é possível, ainda assim, praticarmos tais virtudes.
Revelo que, no decorrer da leitura, me senti entristecida e, por vezes, envergonhada por não estar correspondendo, com minha vida, aos moldes destas mulheres de Deus e ao texto do livro de Provérbios. Mas compreendi que vários fatores implicam para que, hoje, sejamos quem somos e que isso não significa que estamos prontas e acabadas. Não! Pela graça divina, somos mutáveis e podemos nos aprimorar, melhorar, nos aspectos que ainda estamos falhas.
O livro Mulher V não é uma simples leitura, mas sua mensagem é inquietante. Esta leitura instigante ressoa além da última página, porque promove em nós uma necessidade urgente de mudança interior e comportamental em busca da Mulher V a que podemos nos tornar, sem deixarmos de ser modernas.
Você já leu este livro? O que achou? Conte-me nos comentários, quero interagir com vocês.
Sou bem ligada a caixas, adoro! Acho que as caixas de papelão são bem acessíveis, encontramos em qualquer lugar e com um pouco de capricho conseguimos ganhar um organizador bonito que pode, inclusive, servir de objeto de decoração.
Encapar caixas de papelão com papel de presente é bem fácil, divertido e o resultado é bem legal! Claro que as caixas organizadoras são mais higiênicas, vedam bem e duram mais, mas, para quebrar um galho, naquela hora crítica em que não sabemos onde colocar determinadas coisas, as caixas de papelão encapadas nos servem bem.
Como estou sempre recebendo caixas de pedido da Avon tenho o cuidado, na hora de abrir, para preservar ao máximo a estrutura delas. Costumo não destacar a tampa por completo e a deixo num sistema de tampa abre e fecha.
Veja o que consegui com uma caixa dessas:
Eu precisei de duas folhas de papel de presente e, ainda assim, não deu para terminar de encapar ela toda por dentro.
Como o papel não foi suficiente, eu tive o capricho de fazer por dentro uma faixa como um arremate.
Caso não se tenha um armário no banheiro, por exemplo, pode-se ter esse capricho para não deixar as coisas esparramadas. Imagine caixas decoradas, uma sobre as outras, o quanto fica organizado! E também podemos utilizar caixas de tamanhos diferentes e fazer um tipo de pirâmide com elas, colocando a maior por baixo, subindo com as menores. Isso também é uma forma de decorar.
Para durar um pouco mais, podemos passar cola na parte externa para impermeabilizá-la, ou, neste caso não muito econômico, mas, colar o papel contact também é uma opção para preservar a caixa por mais tempo.
Enfim, consigo trazer para vocês a publicação sobre a viagem que eu e meu esposo fizemos à Caldas Novas, no feriado de aniversário da minha cidade. Para quem ainda não sabe, moro em Minas Gerais e a minha cidade é Uberlândia, que completou 127 anos neste 31 de agosto.
Aproveitamos o fim de semana prolongado e fizemos um passeio. Recebemos de presente dos meus cunhados a estadia no apartamento deles e não podíamos deixar de aceitar, claro! ;)
Caldas Novas é a cidade das águas quentes situada em Goiás, e fica aproximadamente há 2 horas de viagem aqui da minha cidade. É o ponto turístico mais visitado aqui da região, onde se encontra o famoso Rio Quente Resort que recebe, inclusive, muitos turistas estrangeiros devido à beleza e encantamento que proporciona.
A viagem à Caldas Novas é sempre um grande prazer, muito embora seja o lugar que sempre procuramos para descansar, nunca se torna desinteressante. É sempre uma viagem desejada e bem aproveitada que nos proporciona renovação de corpo, alma e espírito. Eu sou suspeita para falar porque adoro! A preparação, a estrada, a hospedagem, às próprias águas quentes me revigoram!
Aproveitei e fiz um vlog para o Canal e deixo aqui algumas fotos para vocês apreciarem.
Estes foram os esmaltes que levei para fazer minhas unhas.
E esta foi a cor escolhida: Colortrend Avon azul perfeito. Amei!
Eu conheço, pelo menos, uma pessoa que optou por não ter um celular. Raridade, mas ainda existem pessoas com essa preferência. Entretanto, a tecnologia está, cada vez mais, agradando a espécie humana. A grande maioria das pessoas está completamente seduzida por este estilo de vida. Mensagens rápidas, informações ligeiras, novidades constantes e muitas, muitas palavras de carinho recebidas todos os dias. Como não se apaixonar?
O ser humano necessita de interação, de se sentir no grupo, de estar dentro. A televisão, até pouco tempo, não disponibilizava isso. A informação televisiva sempre foi unilateral; despejava na nossa casa um conteúdo de interesse próprio, uma espécie de manipulação de massa. Hoje, vemos os programas precisando utilizar as redes sociais para segurar o público, para saber a opinião e preferências das pessoas. Penso que está ficando, cada vez mais difícil, manter um canal de televisão promissor. As pessoas sentam-se à frente da televisão, mas não tiram os olhos do seu dispositivo móvel, celular, tablet, notebook, entre outros. Televisão em casa é hábito, mas não mais o entretenimento favorito.
Houve um tempo que os pais, para corrigir os filhos, os impediam de assistir televisão. Esta forma de disciplina não funciona mais. Todos preferem a telinha de mão que virou, inclusive, necessidade.
Com a tecnologia, pessoas anônimas, passam a ganhar vez, palavra e voz. Olha eu aqui, escrevendo para o mundo! Isso não é genial? Ah eu sou apaixonada! Não sinto nenhuma falta da televisão e mais, quando preciso prestar atenção nela, me dá uma espécie de ansiedade, por ficar ali imóvel. Agora por exemplo, estou produzindo este texto e tenho mais outras seis páginas em espera na tela. Escrevo e vejo, ao mesmo tempo, o acontece nos outros links. Escrevo e converso com as pessoas, nas mensagens online, simultaneamente.
Estamos acelerados! Não conseguimos mais ficar inertes na frente da TV. Eu não consigo, você consegue?
Quer notícias? Aqui tem! Quer aprender artesanato, receita culinária, tirar qualquer espécie de dúvida, fazer pesquisas, conhecer lugares, visitar museus, enriquecer a fé, encontrar um parente distante, receber em primeira mão o edital de concursos, divulgar suas vendas, e mais outras mil e uma possibilidades? Tudo, aqui tem! Alguns programas de TV já podem ser vistos por aqui, e até as pessoas que trabalham na televisão estão, pouco a pouco, migrando para a internet. Afinal, "Todo artista tem de ir aonde o povo está".
Senti no coração um desejo de compartilhar aqui no Blog a respeito de pessoas que inspiram, por seu modo de vida, seu estilo, sua presença no mundo. Precisamos de boas referências, e só conseguiremos se estivermos em frequente contato com exemplos que valha a pena.
De estilo de vida que não leva-nos a nada, na mídia, está cheio! Portanto precisamos peneirar, pesquisar com afinco, porque esses exemplos não são frequentemente buscados e suas vidas e obras estão lá, bem lá, afastado nas buscas de pesquisas, infelizmente não estão em evidência. Quem os acessa são pessoas com certa fome de referências de vida às quais se pode inspirar e seguir.
Pretendo agrupar aqui, no Sempre Simples, personas que deixam ou deixaram seu legado digno para as próximas gerações. Biografias, testemunhos, missão, doação de vida; pessoas que tiveram um chamado para não passar a vida em vão. O comportamento, as atitudes e ações de pessoas que fazem ou fizeram sua parcela de bondade no mundo.
Esta modalidade de ensino denominada Homeschooling, Ensino doméstico ou domiciliar já é legalizada em países como Estados Unidos, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Portugal, entre outros. Em alguns países, e dentre eles o Brasil, é considerado crime. A legislação brasileira determina que toda criança deve ter direito à educação escolar e é incumbência dos pais matriculá-los e mantê-los na escola obrigatoriamente dos 4 aos 17 anos de idade.
Para tanto, o homeschooling pode ter caráter integral, onde a família decide se os filhos não frequentarão uma escola e aprenderão todo o conteúdo em casa, e o parcial, onde as crianças frequentam a escola num turno e em outro recebem o ensino domiciliar.
Mas, por que alguns pais optam pelo ensino doméstico e não escolar? Algumas justificativas são apresentadas, tais como: os possíveis perigos a que os filhos estão expostos como o bullying; o aliciamento para o uso de drogas, desrespeito à moral, bons costumes, religião; a imposição dos conteúdos escolares sem levar em conta o tempo de aprendizado de cada aluno; a preocupação com a sobrecarga de atividades que impedem de a criança brincar. São essas, algumas das preocupações dos pais com relação à educação dos filhos, preferindo, assim, educá-los em casa.
Os pais optantes pelo homeschooling também sofrem fortes críticas de que seus filhos deixarão de se socializar com crianças da mesma idade; as crianças não saberão diferenciar o papel de pais e professores; falta de troca de conhecimento de caráter coletivo.
O que tenho notado ao acompanhar, de longe, algumas publicações de redes sociais a respeito do tema, é que nesta modalidade de ensino é possível investir numa educação de qualidade. Claro, pois a atenção dedicada a uma, duas crianças, oferece melhores resultados do que a atenção que uma única pessoa, no caso um (a) professor (a), pode dar a uma classe de alunos; além do trato afetivo que as crianças tanto necessitam. Percebo que o investimento na leitura, e leitura de qualidade, é muito mais efetiva no homeschooling.
Se você se interessou pelo assunto, sugiro que assista ao vídeo a seguir, onde a Tássia explica muito bem a respeito desta modalidade de ensino. Eu adorei ouvi-la e fiquei feliz, pois escrevi primeiro o texto e só depois pesquisei o vídeo, que veio de encontro com a minha explanação. Muito legal este estudo sobre o ensino domiciliar.
Uma conclusão que tirei de tudo que estudei sobre o assunto, é que os pais que se decidem por não levar seus filhos à uma escola e educá-los em casa, precisam ter muito empenho, determinação, amor em ensinar e ser um eterno estudante, porque terá de ser um pai/professor ou mãe/professora.
Diga para mim, aqui nos comentários, o que achou desta publicação, se já conhecia ou não. Comente se sabe de alguém que optou pelo homeschooling, ou, se você assumiria tal responsabilidade.
Augusto Cury é um dos autores que mais aprecio em suas obras. Sou a favor de todas as pessoas terem o hábito da leitura independentemente da preferência. Ler promove uma série de benefícios, desde o simples contato com as letras, melhorando, assim, a escrita, até o mais aprimorado conhecimento. É triste quando nos discriminam pela nossa preferência literária e seus autores. O importante é que pratiquemos a leitura. E neste paradigma, encontra-se a obra de Augusto Cury, tão discriminada pelos ditos leitores críticos. Recomendo o vídeo a seguir para desmitificar esse conceito. Mas como o filme é um pouco extenso, transcrevi alguns pontos importantes da entrevista.
"Apesar de ter entre quarenta e cinquenta mil leitores no Brasil e da imprensa ter me considerado o autor mais lido da década, me sinto apenas um simples pensador, escritor que procura provocar meus leitores para fazerem a mais importante viagem, uma viagem para dentro de si mesmo."
"Quando você democratiza o acesso às informações, sempre vai haver pessoas que não leram e não gostaram. Não leram e discriminadamente acabaram rejeitando aquilo que não leram."
"Classificar meus livros como autoajuda, na minha opinião, é quase que um crime de consciência crítica. Meus livros são de psicologia aplicada. Como eu disse, eles são usados em múltiplas teses, há centenas de mestres e doutores utilizando-os, nos seus currículos, nas suas teses, inclusive na grade dos créditos do mestrado e doutorado. [...] Eu democratizei o acesso à informação. [...] Caso contrário, nós usamos o conhecimento como instrumento de controle. Ele se torna libertador, quando você comunica para o máximo de pessoas para que possam, elas mesmas, possam desenvolver consciência crítica, ter ferramentas para proteger sua emoção, filtrar estímulos estressantes, e desenvolver o eu como autor da própria história. Portanto meus livros não são de autoajuda, eles são de psicologia aplicada, sociologia aplicada, psiquiatria aplicada e também psicopedagogia aplicada. E há doses grandes de filosofia, porque a minha teoria também é filosófica, já que eu estudo a lógica e a natureza do conhecimento."
São 42 minutos e 22 segundos de vídeo. Não é qualquer um que dispõe desse tempo, mas se você gosta e quer se proteger de certas críticas acerca da sua leitura de preferência, não deixe de assistir. Se você é uma dona de casa, e está em casa, poderá ouvir passando as suas roupas, lavando as suas louças, fazendo o seu crochê. Eu aproveito muito do meu tempo assim.
Dica
Ah e se você é da área da educação, não deixe de ler "Pais Brilhantes Professores Fascinantes".
Já se deparou com alguma situação, onde, ao sentar-se à mesa não sabia a utilidade de todos os utensílios à sua frente? Aqui em Sempre Simples aos poucos vamos desvendando esses mistérios. Hoje vamos entender a utilidade do apoiador de talher. A função do apoiador ou descanso de talher é a de poder, como o próprio nome diz, apoiar os talheres enquanto nos dirigimos ao bufê para nos servir novamente. Esse utensílio evita que os talheres utilizados, e eventualmente engordurados, se encostem na toalha da mesa, vindo a sujá-la.
Pesquisei alguns modelos para deixar aqui de ilustração: