Hoje foi o último dia de faculdade!!
Se eu tivesse ficado indiferente ao desejo de voltar a estudar, não teria chegado onde cheguei! *-*
Não foi nada fácil. Tive que me moldar a uma rotina diferente, deixar algumas coisas pra depois, passar por cima de outras... Enfim, quem quer faz acontecer!
Nem acredito, porque esse último semestre foi pra mim muito difícil... Tive um problema de saúde, uma espécie de "estafa mental". Só eu e Deus sabemos o quanto foi sofrido os últimos 4 meses. Tive que travar uma luta comigo mesma para conseguir chegar ao fim. Uma parte de mim, a humana, estava fraca, entregue ao desânimo e sofrendo dores. A outra, a espiritual, ainda conseguiu agarrar firme nas mãos de Deus e empurrava o meu corpo como uma formiguinha que carrega uma folha por dia.
Mas quem disse que seria fácil?
Como eu acredito em Deus, foi Nele que eu me sustentei. Nas horas de muita aflição era a Ele que eu me recorria. Pois, em Deus, eu encontrei a força que precisava para vencer!
Cheguei ao final!
Nem acredito...
Terei que refazer minha rotina. Retomar o que ficou pra depois e resgatar o que foi esquecido. Me vejo um pouco perdida, sem saber por onde recomeçar... Normal! Já desliguei o despertador. Aleluia! Vou poder aproveitar mais a minha cama. O inverno acabou de começar!!
Uma sensação estranha paira no ar: me permito a liberdade de expandir a minha atenção e ao mesmo tempo parece que procuro meu caderno. Não preciso mais. Caderno agora só para os meus textos livres, minhas ideias, meus planos futuros, meu diário, minhas orações. Agora posso relaxar e aproveitar as horas que estudava para me reencontrar: tomar banho de sol pela manhã; fazer suco de fruta fresca; refazer os vasos de plantas; ir à feira...
Recomeçar!!
E pra quem pensa em voltar aos estudos, vá!!
Vale o sacrifício!
Vale cada letra lida, refletida e aprendida.
Vale a experiência, vale a ousadia, vale o desafio!
Não importa se vai ou não seguir uma carreira. O importante é o que e o como se aprende. Enriquecer o cérebro, a mente, a vida e a alma não tem preço!
Dona de Casa sim e formada, muito prazer!
Sempre Simples
"A simplicidade é o último grau de sofisticação." Leonardo da Vinci.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Nós falhamos sim!
Imagina?!! É claro que falhamos!!
Mas graças a Deus temos a oportunidade de recomeçar tudo de novo do jeito certo!
Nada de parar no tempo sucumbindo na tristeza de ter falhado...
Vamos lá, tentar de novo e de novo e de novo.
Há muita coisa que fazemos certo na vida. Vamos certificá-las e dançar na chuva...
Aproveitar as oportunidades é o que importa!
Bora lá, ser feliz!!
Mas graças a Deus temos a oportunidade de recomeçar tudo de novo do jeito certo!
Nada de parar no tempo sucumbindo na tristeza de ter falhado...
Vamos lá, tentar de novo e de novo e de novo.
Há muita coisa que fazemos certo na vida. Vamos certificá-las e dançar na chuva...
Aproveitar as oportunidades é o que importa!
Bora lá, ser feliz!!
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Meu Lar
É sempre muito emocionante escrever ou falar de Família porque nasce do coração. Os namorados são ligados pelo coração. Marido e mulher são unidos pelo coração. Os filhos são gerados antes, no coração. E Família é toda coração. Por isso que emociona tanto pensar, escrever ou falar de Família!
Não há lugar melhor no mundo. Um lar, uma Família é, e sempre será, o melhor lugar onde se pode estar! Mesmo com as picuinhas que as vezes surgem, mas que logo passam...
No seio da Família se encontra, amparo, consolo, alegria, ajuda, paz, fé, perdão, incentivo, colo, coração.
Minha vida, minha Família! Meu maior tesouro!
Não há lugar melhor no mundo. Um lar, uma Família é, e sempre será, o melhor lugar onde se pode estar! Mesmo com as picuinhas que as vezes surgem, mas que logo passam...
No seio da Família se encontra, amparo, consolo, alegria, ajuda, paz, fé, perdão, incentivo, colo, coração.
Minha vida, minha Família! Meu maior tesouro!
terça-feira, 24 de junho de 2014
Nova função social da mulher
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Imagem do site Mundo Mulheres |
Com certeza a mulher não foi feita para ser humilhada, maltratada e nem desconsiderada por uma sociedade machista. Longe disso... Mas também acredito que a mulher não foi criada para carregar nas costas toda a sobrecarga que a sociedade moderna tem lhe imputado.
Será mesmo que a mulher achava que suas tarefas do lar eram poucas e que lhe sobrava um tempo ocioso? Que tempo era esse? Oito horas diárias, que poderiam muito bem servir para ocupar uma outra função?
Ah, não creio que tenha sido desse modo... Um lar e uma família para ser bem cuidados requer tempo e dedicação. Talvez o tempo ocioso, que nem era assim tão ocioso, mas que servia para tricotar, fazer crochê, bordar, visitar crianças nos orfanatos, frequentar o clube de mães da igreja, ir à reuniões de pais na escola dos filhos, entre outras coisas, que ao longo do tempo foram se perdendo, não eram com certeza oito horas por dia.
O que aconteceu com essa sociedade, a qual o homem (não generalizando) não consegue mais suprir sozinho as necessidades de uma casa, de uma família?
Muitas mulheres têm precisado sair de casa para ajudar a prover o sustento do lar. Errado? Não. Hoje, o que tem sido estranho é uma mulher intitular-se como "do lar". Termo ultrapassado e de conotação humilhante para a mulher moderna. Não é errado que uma mulher se case e precise trabalhar fora. Muitas até conseguem arcar com tudo muito bem. Até porque o homem também se vê pressionado a colaborar com o que antes era apenas obrigação feminina: os cuidados da casa. Ela ajuda na condição financeira da família e ele ajuda na manutenção e organização da casa. Então, tudo bem?
Não é simples assim... O corpo e a mente humana sofrem as pressões diárias e reclamam de cansaço. Se homem e mulher trabalharam fora e os dois têm que cuidar dos afazeres de casa, alguém pode se dar ao direito de se sentir cansado?
Há mulheres que não gostam de serviços domésticos e preferem trabalhar fora e pagar uma ajudante para cuidar de sua casa. Uma espécie de troca de posto. Muito bem, nada errado nisso também. Ninguém é obrigado(a) a gostar disso ou daquilo. Mas será que antigamente todas as mulheres gostavam de ser donas de casa? Não, elas aprendiam ser donas de casa.
Antigamente as meninas, desde muito cedo, iam sendo inseridas na rotina doméstica e acabavam por praticar as tarefas, acostumando-se. E quando se tornavam jovens estavam aptas a se casar e tomar conta de uma casa. Era um processo quase que natural. Mas hoje as jovens são orientadas a estudar, fazer cursos extras, academia, etc... Não lhes sobra tempo para ficar em casa, por isso não se "acostumam" com os afazeres domésticos. Além de não verem suas mães em casa exercendo essas tarefas. Não recebem mais o estímulo e o exemplo das meninas de outrora.
Os depoimentos de mulheres que conseguem conduzir muito bem suas vidas nos moldes da sociedade moderna é muito importante para dar sequência a essa reflexão. Como conseguem? O que fazem? O que deixam de fazer? Vale a pena, então, assumir a nova função social da mulher na sociedade?
domingo, 22 de junho de 2014
O Facebook vicia?
Vicia sim. Se não for usado com cautela se torna um vício que é muito difícil de corrigir.
Não raramente pessoas se desfazem de seus perfis argumentando que há muita exposição, vicia, rola muita inveja, muita curiosidade, muita falsidade nessa rede de relacionamentos. Mas tão logo, criam outro perfil prometendo restringir o número de amigos e ou adicionar apenas pessoas da sua família.
Esta rede de relacionamentos, hoje, faz parte da vida das pessoas. Nela é possível estar em contato permanente com vários seguimentos de notícias, inclusive fofocas... Há quem se interessa!
Sair fora é uma atitude muito radical. Moderação seria a postura mais assertiva.
Como ser moderado(a) quanto ao uso do Facebook?
-Propor-se um horário fixo para uso. Não usar fora o combinado nem que isso lhe doa. Cortar um vício dói sim!
-A que lhe interessa acessar o perfil? Faça listas de interesses: família, amigos diversos (igreja, faculdade, trabalho), páginas, enfim, se organize na rede. Assim, quando acessar, você não fica rolando infinitamente a página sem rumo e sem razão. Vai direto no que interessa e pronto.
-Crie ou entre num grupo. Se você tem algumas pessoas com quem gosta de trocar figurinhas, o grupo é a melhor saída. De preferência que seja "secreto". Ninguém precisa ver o que vocês conversam.
-Procurar não postar o que está fazendo ou o que vai fazer. Até o que já fez!! Mesmo depois de feito, realizado, se for exposto pode lhe causar transtornos. Compartilhe recadinhos "inocentes", felicite aos aniversariantes, noivos, a chegada do bebê... Ser atencioso(a), já que tem um perfil. Não é legal também, fingir que não leu, não viu.
-Organize suas fotos em álbuns e selecione o público. Não precisa deixar de postar fotos, mas faça restrições. Deixe aberto por certo período e depois você tem a opção de fechar para "somente eu" e ele não fica mais visível ao público. Serve como um arquivo pessoal.
-Não se esqueça de "excluir conversa" das Mensagens periodicamente. Não é bom ficar guardando coisa velha, ainda mais conversa...
Enfim, ser um usuário/uma usuária e não ser usado/usada pelo site de relacionamento.
Uso consciente e moderado sempre!
Não raramente pessoas se desfazem de seus perfis argumentando que há muita exposição, vicia, rola muita inveja, muita curiosidade, muita falsidade nessa rede de relacionamentos. Mas tão logo, criam outro perfil prometendo restringir o número de amigos e ou adicionar apenas pessoas da sua família.
Esta rede de relacionamentos, hoje, faz parte da vida das pessoas. Nela é possível estar em contato permanente com vários seguimentos de notícias, inclusive fofocas... Há quem se interessa!
Sair fora é uma atitude muito radical. Moderação seria a postura mais assertiva.
Como ser moderado(a) quanto ao uso do Facebook?
-Propor-se um horário fixo para uso. Não usar fora o combinado nem que isso lhe doa. Cortar um vício dói sim!
-A que lhe interessa acessar o perfil? Faça listas de interesses: família, amigos diversos (igreja, faculdade, trabalho), páginas, enfim, se organize na rede. Assim, quando acessar, você não fica rolando infinitamente a página sem rumo e sem razão. Vai direto no que interessa e pronto.
-Crie ou entre num grupo. Se você tem algumas pessoas com quem gosta de trocar figurinhas, o grupo é a melhor saída. De preferência que seja "secreto". Ninguém precisa ver o que vocês conversam.
-Procurar não postar o que está fazendo ou o que vai fazer. Até o que já fez!! Mesmo depois de feito, realizado, se for exposto pode lhe causar transtornos. Compartilhe recadinhos "inocentes", felicite aos aniversariantes, noivos, a chegada do bebê... Ser atencioso(a), já que tem um perfil. Não é legal também, fingir que não leu, não viu.
-Organize suas fotos em álbuns e selecione o público. Não precisa deixar de postar fotos, mas faça restrições. Deixe aberto por certo período e depois você tem a opção de fechar para "somente eu" e ele não fica mais visível ao público. Serve como um arquivo pessoal.
-Não se esqueça de "excluir conversa" das Mensagens periodicamente. Não é bom ficar guardando coisa velha, ainda mais conversa...
Enfim, ser um usuário/uma usuária e não ser usado/usada pelo site de relacionamento.
Uso consciente e moderado sempre!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Ser você mesmo
Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que está tentando fazer você ser como todos os outros.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Filhos adultos
Louvado seja Deus por pais que são abençoados na vida, por acompanharem a vida dos seus filhos e vê-los crescer, se tornar adultos. Sim, abençoada é a família que consegue manter-se unida e repleta de amor entre pais e filhos por anos e anos vividos.
A tendência dos pais é achar que seus filhos são eternas crianças e aceitar que eles cresceram, às vezes, custa um pouco. Mas eles crescem e vão tomando às rédeas de suas vidas.
Talvez a superproteção dos pais para com os filhos torna essa aceitação mais complicada. Pais se esquecem que um dia também cresceram e foram fazendo suas escolhas, embora tão novos... Assim pensam hoje em relação aos seus filhos, mas não pensavam em relação a si próprios.
A maneira mais fácil de ir cortando o cordão umbilical dos filhos é tomar suas próprias vidas como exemplo. Assim como os pais, os filhos querem e precisam estabelecer-se na vida. Uma escolha profissional, o casamento, constituir sua própria família. A vida segue o seu percurso.
Nessa fase os pais costumam sentir que sua missão está prestes a ser cumprida. Isso gera uma certa abnegação com relação as responsabilidade que tinha sobre a vida dos filhos. Natural que seja assim. Não seria comum que os filhos dependessem dos pais pro resto de suas vidas, exceto em casos especiais.
Ver os filhos saindo aos poucos e se autoafirmando na vida deve ser motivo de orgulho para os pais. Orgulho de tê-los criados para seguirem em frente com seus erros e acertos, conquistando seus sonhos e objetivos individuais ou coletivos.
Então, o que fazer com a lacuna que começa a surgir no apego dos pais em relação aos filhos?
Voltar a centrar sua atenção em si próprios. Por tantos anos a prioridade em suas vidas fora a vida dos filhos. Certos de que fizeram o de melhor por eles, é hora então de voltar-se para si, retomar sua vida, sutilmente interrompida em função de sua prole. Os passeios que não puderam realizar, os cursos que gostariam de ter estudado, a reforma na casa ou quem sabe até uma mudança, aquele trabalho voluntário, um toque de beleza, aquela atividade física adiada, as visitas que nunca mais fizeram, o namoro que deixaram de lado... É só se permitir olhar ao redor. O que não se via antes através das lentes focadas nos filhos agora se vê no desfoque.
Ignorar os medos que possam surgir, pois são puramente a insegurança da nova fase que chega. Libertar os filhos e se libertar também. Tanto para uns quanto para outros a sensação é a mesma de viver o novo. Aproveitar essa fase, porque a fase de ser avô e avó, ah isso é conversa pra outra hora...
Indico uma leitura muito leve, dinâmica e bem humorada sobre o assunto. Tenho certeza que irão gostar:
"Antes que eles cresçam"
Affonso Romano de Sant'Anna
http://www.cozinhandocomjosy.com/2013/09/antes-que-eles-crescam.html
A tendência dos pais é achar que seus filhos são eternas crianças e aceitar que eles cresceram, às vezes, custa um pouco. Mas eles crescem e vão tomando às rédeas de suas vidas.
Talvez a superproteção dos pais para com os filhos torna essa aceitação mais complicada. Pais se esquecem que um dia também cresceram e foram fazendo suas escolhas, embora tão novos... Assim pensam hoje em relação aos seus filhos, mas não pensavam em relação a si próprios.
A maneira mais fácil de ir cortando o cordão umbilical dos filhos é tomar suas próprias vidas como exemplo. Assim como os pais, os filhos querem e precisam estabelecer-se na vida. Uma escolha profissional, o casamento, constituir sua própria família. A vida segue o seu percurso.
Nessa fase os pais costumam sentir que sua missão está prestes a ser cumprida. Isso gera uma certa abnegação com relação as responsabilidade que tinha sobre a vida dos filhos. Natural que seja assim. Não seria comum que os filhos dependessem dos pais pro resto de suas vidas, exceto em casos especiais.
Ver os filhos saindo aos poucos e se autoafirmando na vida deve ser motivo de orgulho para os pais. Orgulho de tê-los criados para seguirem em frente com seus erros e acertos, conquistando seus sonhos e objetivos individuais ou coletivos.
Então, o que fazer com a lacuna que começa a surgir no apego dos pais em relação aos filhos?
Voltar a centrar sua atenção em si próprios. Por tantos anos a prioridade em suas vidas fora a vida dos filhos. Certos de que fizeram o de melhor por eles, é hora então de voltar-se para si, retomar sua vida, sutilmente interrompida em função de sua prole. Os passeios que não puderam realizar, os cursos que gostariam de ter estudado, a reforma na casa ou quem sabe até uma mudança, aquele trabalho voluntário, um toque de beleza, aquela atividade física adiada, as visitas que nunca mais fizeram, o namoro que deixaram de lado... É só se permitir olhar ao redor. O que não se via antes através das lentes focadas nos filhos agora se vê no desfoque.
Ignorar os medos que possam surgir, pois são puramente a insegurança da nova fase que chega. Libertar os filhos e se libertar também. Tanto para uns quanto para outros a sensação é a mesma de viver o novo. Aproveitar essa fase, porque a fase de ser avô e avó, ah isso é conversa pra outra hora...
Indico uma leitura muito leve, dinâmica e bem humorada sobre o assunto. Tenho certeza que irão gostar:
"Antes que eles cresçam"
Affonso Romano de Sant'Anna
http://www.cozinhandocomjosy.com/2013/09/antes-que-eles-crescam.html
domingo, 15 de junho de 2014
Nosso lugar
O festejado escritor italiano G. Papini conta a história daquele homem que não era feliz porque achava que ali onde morava não era o seu lugar. Resolveu, um dia, sair pelo mundo à procura do lugar onde pudesse ser feliz.
Fechou a casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da Terra, sem descansar, até encontrar o recanto de sua felicidade.
Onde chegava, reunia um pequeno grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria ouro em abundância. Mas o povo lamentava e não o seguia.
No dia seguinte, novamente se dava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e mais cidades, anos a fio.
Contudo, percebeu, um dia, estar envelhecendo, sem ter encontrado a terra da felicidade.
Seus cabelos tingiram-se de branco, suas mãos enrilhadas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaço. Além disso, estava cansado de, tão inutilmente, procurar a felicidade.
Enfim, certo dia, parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo salas e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. Era uma casa abandonada.
E, de pronto, pensou que, naquela morada desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas, vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... e cantaria, enquanto vivesse, a canção da felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
Interessante é o que o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta da casa e entrou. Mas de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela era a sua própria casa, que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade. Compreendera, então, o andarilho que dera a volta ao mundo em busca da felicidade e ela se encontrava dentro de sua própria casa, apesar de ele não ter percebido.
Não nos esqueçamos do princípio ético: "Melior pars possidentis", a melhor parte é aquela que possuímos.
Dom Fernando Iório Rodrigues
Pequenas Histórias, Grandes Lições
Paulinas Editora (p 78)

Não raramente nos esquecemos de valorizar aquilo que possuímos. A rotina não nos deixa ver a beleza, e sim, insiste em nos apresentar os defeitos, as demoras, as insatisfações diante de tudo que temos e que com tanto sacrifício conquistamos. Devemos lutar contra esse mal ímpeto. Apesar de a rotina ser cansativa, estressante e repetitiva, devemos combater os maus hábitos. Fazer um exercício de parar em meio ao atropelo diário e olhar ao redor com olhos de gratidão. A gratidão é o primeiro passo para a felicidade.
Fechou a casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da Terra, sem descansar, até encontrar o recanto de sua felicidade.
Onde chegava, reunia um pequeno grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria ouro em abundância. Mas o povo lamentava e não o seguia.
No dia seguinte, novamente se dava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e mais cidades, anos a fio.
Contudo, percebeu, um dia, estar envelhecendo, sem ter encontrado a terra da felicidade.
Seus cabelos tingiram-se de branco, suas mãos enrilhadas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaço. Além disso, estava cansado de, tão inutilmente, procurar a felicidade.
Enfim, certo dia, parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo salas e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. Era uma casa abandonada.
E, de pronto, pensou que, naquela morada desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas, vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... e cantaria, enquanto vivesse, a canção da felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
Interessante é o que o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta da casa e entrou. Mas de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela era a sua própria casa, que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade. Compreendera, então, o andarilho que dera a volta ao mundo em busca da felicidade e ela se encontrava dentro de sua própria casa, apesar de ele não ter percebido.
Não nos esqueçamos do princípio ético: "Melior pars possidentis", a melhor parte é aquela que possuímos.
Dom Fernando Iório Rodrigues
Pequenas Histórias, Grandes Lições
Paulinas Editora (p 78)

Não raramente nos esquecemos de valorizar aquilo que possuímos. A rotina não nos deixa ver a beleza, e sim, insiste em nos apresentar os defeitos, as demoras, as insatisfações diante de tudo que temos e que com tanto sacrifício conquistamos. Devemos lutar contra esse mal ímpeto. Apesar de a rotina ser cansativa, estressante e repetitiva, devemos combater os maus hábitos. Fazer um exercício de parar em meio ao atropelo diário e olhar ao redor com olhos de gratidão. A gratidão é o primeiro passo para a felicidade.
sábado, 14 de junho de 2014
Aguenta firme!!
O mau tempo não dura pra sempre.
Daqui a pouco a chuva passa, você vai ver.
Aguenta firme aí.

sexta-feira, 13 de junho de 2014
Cama e nada mais!!
Óh meu Deus, todos os dias quando acordo está uma ventania lá fora. Por que tenho eu que sair do meu edredom?
Quero fingir não ver motivos que me façam abandonar minha cama tão maravilhosa! Que saudade que eu estava dela... Foram três anos e meio precisando levantar da cama para ir à faculdade. Nunca vi problemas, até nesse último período. Esse foi mesmo uma prova de fogo. Levantar da cama foi um sacrifício tamanho, uma guerra contra minha vontade.
O amor pelos estudos não foi capaz de se sobrepor ao amor pela cama quentinha. Eu preferiria a esta. Não fosse a certeza de que seria o semestre final... Esse foi o meu consolo. Abrir os olhos todos os dias e pensar, só mais hoje, só mais hoje. Passados todos esses dias, minha "carta de alforria" estará assinada. Poderei então desfrutar da minha cama o tanto quanto quero. Hum, será?
Não posso me iludir. Há vida fora da cama. E vida convida, solicita, pede, reclama. Viver a vida e não viver a cama. Continuarei lutar contra minha vontade. Talvez de um modo menos impositivo de horário a ser cumprido. Poderei aproveitar um pouco mais, mas só um pouco mais.
Que o inverno passe; que a apatia passe; que a tristeza passe; que a lamúria passe. Que a vontade de só ficar na cama passe...
Por enquanto só quero "cama e nada mais"!
terça-feira, 10 de junho de 2014
Palavras mal interpretadas
Se soubéssemos quantas e quantas vezes
as nossas palavras são mal interpretadas,
haveria muito mais silêncio neste mundo.
Oscar Wilde

segunda-feira, 9 de junho de 2014
Momento "dona de casa"
Como se eu não fosse dona de casa há mais de 27 anos!! De repente me vejo perdida com tantos afazeres... Por onde começar?
Acho que na situação que está, por qualquer lugar seria um bom começo. Mas não dá pra ser bem assim não. Uma casa tem prioridades como a vida da gente. Até para ser uma boa dona de casa existe uma lógica. Sim, por onde começar? É preciso lançar antes a pergunta para ir elencando as principais necessidades. O que é prioridade na sua casa e na casa de todo mundo? Pelo que tenho lido esses anos todos por aqui e ali e pela minha própria experiência é que a cozinha e o(s) banheiro(s) são as prioridades na limpeza e organização de uma casa. Concordo!

Particularmente, não gosto de nada dentro de sacolinhas. Me dá uma aflição ver sacolinhas espalhadas pela cozinha, sabe? Tudo que foi comprado e vem pra cozinha, está em sacolinhas e se não cuidamos, nas sacolinhas vão ficando sobre a mesa ou sobre o balcão. Não gosto mesmo! Sacolinhas são úteis para transportar coisas ou para encher de lixo. Por isso, chegou da padaria, já gosto de ir colocando as quitandas, os pães em vasilhas com tampa; frutas na cesta e tudo o mais vai sendo guardado nos seus lugares. Sacolinhas vão pro "puxa-saco" para serem utilizadas conforme a necessidade. Ah e bom é separar as pequenas das médias e grandes. Assim, quando você precisar irá pegar a mais adequada no momento, sem estresse e nem bagunça.


Muito bem, não pense que por aqui tudo acontece assim, às mil maravilhas. Escrever é fácil, o difícil é fazer isso tudo que está escrito. Mas tudo bem, o primeiro passo é o planejamento. O segundo é ter saúde e disposição para cuidar de tudo com carinho e dedicação. Assim, vou retomando as rédeas perdidas de ser uma dona de casa.
Lembrete: nunca se esqueça de usar luvas!
domingo, 8 de junho de 2014
Exatamente isso.
Não se retém quase nada sem o auxílio das palavras,
e as palavras quase nunca bastam para transmitir
precisamente o que se sente.
Diderot
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Saudade de casa
Quando criei o Blog, estava no auge dos meus estudos acadêmicos e super empolgada com todo o conhecimento recém adquirido. Minha formatura se aproxima. Sim, me tornarei Pedagoga dentro de exatos 2 meses!! Glória a Deus!!
Estou prestes a recomeçar uma nova etapa de vida. Por isso, retomei o Blog!! :) Pretendo reanimá-lo... Mas com uma nova proposta. Vou dar um tempo nos estudos. Valeu a experiência!! Foi maravilhosa!! Sentirei saudade, porque foi muito bom!! Mas tem uma área da minha vida que quero retomar integralmente: o ser Mãe, Esposa e Dona de Casa. O tempo que me dediquei aos estudos foram muito bem aproveitados, fiz o que tinha que fazer, com compromisso e dedicação total. Fiz bem feito!! Não me arrependo. Apenas agradeço. Agradeço primeiramente a Deus que me sustentou e me sustenta e depois à minha Família que tanto me apoiou e esperou. Sim!! Foram quase 5 anos "longe de casa"... Estou de volta ao Lar, à minha Família, meu maior tesouro, minha razão de existir! Saudade de casa!!
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